O Catholic Times, a revista da diocese de Springfield (EUA), divulgou uma pequena história que é, no mínimo, perturbadora. Aconteceu durante a quarta visita pastoral do Papa João Paulo II aos Estados Unidos. Tudo começou com uma pequena e improvisada mudança de horário no último momento, coisa que era comum no papa polonês.

Foi no dia 8 de outubro de 1995, último dia de sua visita a Baltimore. João Paulo II se encontraria com os seminaristas do St Mary’s Seminary. O encontro devia acontecer nos jardins do seminário. Quando chegou, porém, o Papa perguntou se podia ir primeiro rezar na capela do seminário.

Os homens da segurança, que não previam a passagem do pontífice pela capela (que se encontrava no interior do edifício), tiveram de agir muito rápido. Como exigia o procedimento, saíram logo a revistar minuciosamente todo o edifício, com particular destaque para a capela, onde o Papa pretendia ir rezar.

Para isso, fizeram vir cães policiais, especialmente treinados para detectar qualquer presença humana escondida. O objetivo? Evitar um possível atentado ou ataque contra o pontífice. Esses cães, especialmente treinados, são os mesmos utilizados após terremotos, para localizar sobreviventes entre os escombros.

Depois de passarem pelos corredores e salas do seminário, os cães foram conduzidos à capela. Chegando em frente ao tabernáculo, eles pararam e começam a latir sem se mover, comportamento que significava que uma pessoa estava escondida lá dentro!

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