A Igreja não mudou. Jamais deixou de ser católica. Se, hoje, o católico pode ser pró-comunismo, pró-aborto, pró-anticonceptivos, pró-eutanásia, pró-LGBT, pró-tudo o que, até há pouco tempo, não podia aceitar, evidentemente deixou ele de ser católico. Os católicos, clérigos ou leigos, podem deixar de ser católicos. A Igreja, nunca.

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