“Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda criatura”, mandou Jesus. Há dois mil anos que os cristãos estão saindo em missão e batizando as pessoas, apesar de todas as divisões do rebanho.

Ao todo, são mais de 2 bilhões de cristãos entre os quase 8 bilhões de habitantes do planeta. Ou seja, menos de um terço da população mundial.

O protestantismo cristão, no mundo, tem cerca de 700 milhões de fiéis. São 5 milhões de calvinistas, 50 milhões de presbiterianos, 30 milhões de congregacionalistas, 70 milhões de metodistas e 100 milhões de batistas. Os pentecostais, fragmentados em inúmeras comunidades, são 250 milhões. Somados a este número o luteranismo (com 70,3 milhões de pessoas) e o anglicanismo (com seus 98 milhões de membros), o número sobe para quase 1 bilhão.

Os católicos romanos somos 1.200 milhões. Se se acrescentam os 300 milhões de ortodoxos, sobem para 1,5 bilhões os cristãos não protestantes (que aceitam os sacramentos em sua totalidade).

A verdade é que mais de dois terços do mundo permanecem pagãos ou já são decididamente pós-cristãos.

A messe continua grande: uma seara, madura ou ainda não, a perder de vista pelos campos e campinas do espírito. E os trabalhadores vão diminuindo.

Dos que se dizem cristãos, quantos ainda o são de fato, ou seja, vivendo ou tentando viver segundo a Palavra que se fez carne?