Apesar do melancólico presidente Biden, falsamente católico, os Estados Unidos podem se honrar de ser a única grande nação do mundo cuja Suprema Corte acertou um golpe na banalização global do aborto. De agora em diante, permite que os estados proíbam o aborto, ou limitem a interdição do direito à vida dos nascituros.

Tal possibilidade de proteção legal do respeito à vida, infelizmente, não existe mais nos países da União Europeia ou naqueles que querem se juntar a ela, nem na Rússia, nem na China e nos demais países do mundo, mesmo islâmicos.

Em toda parte, o mais sagrado dos direitos humanos, o direito de nascer, é violado pela “cultura” da morte, contrariamente à lei natural do Decálogo.

Diante dessa derrota constitucional da moderna e legalizada barbárie, grupos de pressão abortocráticos estão se mobilizando para que a liberdade da supressão dos nascituros seja total — segundo uma inversão absoluta de valores — pela constitucionalização do pseudo-direito ao aborto.

A prática de matar nascituros agora quase não sofre limites: aumenta, cada vez mais, a autorização legal permitindo o aborto até o nono mês de gravidez da mãe.

Isto, é claro, choca completamente com os valores que identificam a civilização cristã, contrariando todo senso de humanidade.

A mobilização, em todo o mundo, contra as práticas do aborto caminha, agora, na direção da luta por uma renovação dos direitos humanos baseada, antes de tudo, no respeito ao direito à vida dos nascituros e no mandamento do Decálogo “Não matarás”.

É o combate fundamental da civilização contra a barbárie.

https://www.lagrif.fr/linsanite-dune-constitutionnalisation-de-la-mise-a-mort-de-lenfant-a-naitre-par-lavortement/

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