A húngara Katalin Novák, católica praticante, foi eleita Presidente da Hungria, em 10 de março, com uma maioria de dois terços dos votos do Parlamento, e tomará posse em 10 de maio. Não será novidade nenhuma dizer que a imprensa europeia e internacional buscaram esconder, o mais que puderam, a eleição dessa jovem líder conservadora.

É a primeira mulher a ocupar esse cargo e é o mais jovem presidente daquele país (tem 44 anos). Mãe de três filhos, não se envergonha das tarefas domésticas. Fala quatro línguas estrangeiras, participa de maratonas esportivas.

Desde 2020 era titular  do Ministério da Família e Juventude, criado pelo primeiro-ministro Orbán em 2020. Novák iniciou sua carreira política em 2001, no primeiro governo de Orbán, trabalhando no Ministério das Relações Exteriores, onde se especializou em assuntos europeus, estando sempre disposta a aprender de outros países as melhores soluções para os problemas que mais a inquietavam, sobretudo os relativos à destruição da família e à soberania nacional.

Desde 2016, no governo Orbán, as mães são estimuladas a permanecer em casa durante o tempo que for necessário para cuidar dos filhos pequenos: mulheres com pelo menos três filhos, estando o mais novo com menos de 3 anos e o mais velho com menos de 18 anos, podem candidatar-se ao “trabalho” de ser mães em tempo integral. É o Estado estimulando a natalidade e o cuidado com a prole.

Frases da nova presidente (jamais presidenta…) da Hungria:

“Se desistirmos de nosso cristianismo, perderemos nossa identidade, como húngaros e como europeus”.

“Eu nunca estarei disposta a abrir mão da soberania de nossa nação. Não permitirei que ninguém jogue ‘roleta russa’ com a independência duramente conquistada da Hungria. Pertencemos à Europa e a Europa nos pertence. Não podemos mudar isto. Não queremos mudar isto.”

“Devemos estar preparados para uma guerra fria ideológica e defender a honra nacional, a proteção das famílias, a promoção do patrimônio nacional e dos jovens talentos, pois no Ocidente a propaganda LGBTQ tem como alvo jardins de infância e escolas. Acredito que os pais devem ter o direito primordial de educar seus filhos. Estou pronta para representar a Hungria e servir a nação húngara com fé, espírito e coração”.