PONTO DE VISTA NÚMERO UM. Desde as últimas décadas do século XX, antes do fim da União Soviética (1991), estamos amadurecendo em todo o mundo ocidental um pensamento, denominado neoliberal, com o qual visamos proteger a livre iniciativa e os direitos das minorias, ao mesmo tempo em que buscamos salvar o planeta ameaçado pela superpopulação e as mudanças climáticas provocadas pela emissão de CO2 na atmosfera. O objetivo é juntar, como na China, o que há de melhor no capitalismo (livre iniciativa) e no comunismo (políticas públicas). É preciso substituir a velha ordem baseada na soberania nacional (que podemos chamar de Ordem Mundial 1.0, insuficiente para atender às demandas de um mundo globalizado) por uma nova ordem (chamemo-la Ordem Mundial 2.0) fundada num novo ordenamento jurídico e político do mundo, em que as soberanias nacionais se curvem a certas obrigações planetárias. Comentaristas políticos de tendência conservadora chamam de “elite globalista” as forças e pessoas envolvidas neste nosso projeto de redenção da humanidade pela ciência e as políticas inclusivas.

PONTO DE VISTA NÚMERO DOIS. Nas últimas décadas, sobretudo após o fim da União Soviética comunista (1991), vem ganhando força em todo o mundo ocidental uma nova ideologia, assumidamente pós-cristã, que nós, conservadores, chamamos de “globalismo” ou “nova ordem mundial”, cujo propósito confessado é a instauração de um “governo mundial”, cujas diretrizes — legalização do aborto,  ideologia de gênero, redução do CO2 — são dadas pela ONU e seus organismos, com financiamento de alguns “filantropos” endinheirados, como a família Rockefeller, a família Rothschild, o financista Georges Soros, e atualmente os bilionários das chamadas “bigh techs” (tecnologia da informação), como Bill Gates (da Microsoft), Jeff Bezos (da Amazon), Mark Zuckerberg (do Facebook), Jack Dorsey (Twiter), o finado Steve Jobs (da Apple), agora substituído por sua viúva Laurene Jobs, que já chamam de Georges Soros II. Comentaristas políticos de tendência liberal ou esquerdista classificam esta nossa posição de “conspiracionista” ou “complotista”.